segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Dois filhos, duas formas.

Humor do Dia: Vodka com licor de laranja.

Já existia nas fábulas de Esopo lições como a do coelho e da tartaruga: O lento, mas constante, é o que vence a corrida. Aquilo que se esquece, ou pelo menos não se reconhece é que sempre existirá nessa vida coelhos e tartarugas.

O que muitos não sabem é que nesse mundo pode-ser dar vida aos dois tipos independente do que você seja. Ficou confuso(a)? Eu explico. Quem deu a luz a um coelho, pode dar luz a uma tartaruga. Não existe uma forma exclusiva. Cada ser tem a sua fôrma própria. Acreditar que todos são iguais porque foram criados da mesma forma é no mínimo um ato de inocência. Pessoas respondem de maneiras diferentes aos mesmos estímulos. Elas seguem sua natureza. Reconhecer essas diferenças é ao mesmo tempo um sinal de respeito a aquele ser e não ser injusto com os demais.

Cabe a esses loucos e ousados seres chamados pais que optaram em ter filhos reconhecer, cuidar e tratar diferentemente de maneira igual. Criar esse filhos com todo amor e carinho do mundo (porque viver não está mais fácil). Sim, porque fazer coelhos e tartarugas amigos é no primeiro momento uma  responsabilidade dos pais. Ensinar aos filhos a se respeitarem por serem diferentes é um ato de cidadania. 

DESCONSTEXTUALIZANDO


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